No ano passado, por diversas vezes, busquei incentivar nas pessoas o habito de rotineiramente “limparem seus filtros”. Semelhantemente a um filtro de ar-condicionado ou a um filtro de água, nossos “filtros de pensamentos e paradigmas” precisam ser constantemente limpos.

Isso explica, por muitas vezes, por que uma crise se instaura primeiramente no subconsciente individual para depois migrar para o subconsciente coletivo e em seguida se materializar para o mercado e, por fim, como forma mais danosa, fixar residência no Espírito e na personalidade de algumas pessoas.

Na medida que nossos objetivos se tornam mais desafiadores e exigentes, precisamos atuar de forma mais assertiva e eficiente. Buscando inovações e alternativas que gerem resultados diferenciados. Contudo, primeiramente precisamos “limpar nossos filtros” para que novas possibilidades possam surgi. Ainda que a princípio uma possibilidade pareça inviável ou impraticável, precisamos conceder o direito da dúvida para que essa possibilidade tenha a chance de ser testada e somente então podermos rotula-la como impraticável. Ocorre que por muitas vezes, devido ao “filtro sujo” já imputamos a sentença de inviável sem ao menos exercer a sua aplicabilidade, esquecendo que as oportunidades são os frutos dessas possibilidades.

Quantas vezes presenciamos uma mesma ação sendo realizada por pessoas diferentes alcançarem resultados tão discrepantes? Ainda que uma ação seja realizada com as mesmas ferramentas, no mesmo contexto, com o mesmo objetivo e com o mesmo grau de intensidade, a energia dispendida sempre será diferente. Além de diversas outras variáveis que podem alterar o resultado final.  A energia quando maximizada gera potência e a potência sem interferência resulta em situações extraordinárias. Assim, continuo insistindo, precisamos “limpar nossos filtros” para sermos inundados de ideias, aumentando nossas possibilidades, nos lançando ao “risco do sucesso”.

Por Anderson César